Eu quis te conhecer, mas não deu tempo.
Eu quis te abraçar, mas não deu tempo.
Eu quis saber qual era o real sentido do seu sorriso, qual era a história que isso ia dar - mas eu tirei o sorriso de você e aí...
não deu tempo.
(E que sorriso, não é mesmo?)
Há pessoas tão preciosas e com uma alma tão *ah* linda que a gente simplesmente acaba não conseguindo manusear, porque é como se ficasse frágil perto dos meus desastrosos trejeitos.
Aí acontece assim como quando você tenta fazer um barquinho de papel quando criança, coloca-o na água e ele se desfaz.
As linhas derretem junto com o papel e tudo se mistura em algo que vai se desvaindo naquele pequeno mar que parece gigantesco na nossa mente.
Eu não posso te pedir perdão, porque perdão a gente pede quando sabe que consegue acertar de novo. Então, se for pra eu falar algo, é pra assumir meu erro e dizer que vou errar pra sempre. Porque é sempre um risco confiar em alguém assim.
E na mente do sóbrio fica um texto despontuado e interrompido.
E resta o silêncio da obrigatoriedade que sinto em respeito a você. Mas espero que esteja bem, porque você merece mais do que eu, mais do que ele, mais do que todos.
Um beijo no seu coração.
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